Site do Sindipetro Unificado
Petrobrás para quem? A armadilha dos megadividendos
As mudanças na Política de Remuneração aos Acionistas adotadas pela Petrobrás desde 2019 consolidaram um modelo predatório, que privilegia o retorno financeiro imediato aos seus stakeholders em detrimento de investimentos estratégicos para a sustentabilidade operacional e financeira da empresa no longo prazo e a segurança energética nacional. Acompanhada de uma redução sistemática dos investimentos[...]
Brasil Energia
Avanços e recuos na transição energética reforçam a aposta de liderança do Brasil
Nos últimos meses, as petroleiras europeias Equinor, Shell e bp anunciaram a redução de investimentos em energias renováveis, revelando um momento de resistências à agenda climática e evidenciando os desafios da descarbonização do setor. Num caminho semelhante, nos Estados Unidos, o governo Trump reforça o apoio à indústria petrolífera, suspende incentivos às renováveis e[...]
Agência eixos
O recorde da exportação de petróleo e o descompasso entre o crescimento da produção e a capacidade de refino no Brasil
Em 2024, o Brasil alcançou um marco significativo ao exportar, pela primeira vez em um ano, mais da metade de sua produção de petróleo. O desempenho resulta do incremento na produção, especialmente impulsionada pelos campos do pré-sal, em um cenário caracterizado por baixos investimentos em refino no país. Isso alerta para um problema estrutural[...]
Poder360
Privatizações no gás natural: tarifas em alta, eficiência em queda
O desinvestimento da Gaspetro, um ativo da Petrobras, foi imposto pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e concluído em 2022, representando a transferência quase total do segmento de distribuição para empresas privadas, embora o Estado tenha se mantido como acionista minoritário em parcerias envolvendo alguns estados subnacionais e companhias elétricas estatais, especialmente no Nordeste.[...]
TN Petróleo
Abastecimento e refino em 2024: a necessária discussão sobre uma política pública para redução das importações
Em 2024, o setor de refino brasileiro apresentou avanços com a assinatura dos termos aditivos ao Termo de Cessão de Conduta (TCC) entre a Petrobras e o CADE, eliminando a obrigatoriedade de desinvestimentos pendentes de refinarias, e com as negociações para a reaquisição da Refinaria de Mataripe, na Bahia, com o intuito de ampliar o[...]
CartaCapital
Lucro líquido menor da Petrobras em 2024 expressa incertezas globais, efeitos contábeis e desafios de longo prazo
A Petrobras divulgou na última quarta-feira (26/02) seus resultados operacionais e financeiros referentes ao quarto trimestre (4T24) e ao exercício consolidado de 2024. Na esteira das incertezas e volatilidade do mercado global, a Petrobras anunciou um lucro líquido de R$ 36,6 bilhões no ano de 2024, resultado 70,6% inferior ao registrado em 2023 (R$[...]
Jornal dos Economistas
Transição energética e o debate da Margem Equatorial
No contexto do enfrentamento da crise climática, aumenta a pressão para que os países diminuam ou cessem suas atividades produtivas de combustíveis fósseis. No Brasil, essa realidade aumenta os questionamentos em torno da ampliação das fronteiras exploratórias de petróleo e gás no país, particularmente sobre a Margem Equatorial Brasileira. Entretanto, a transição energética é[...]
Energia e interesse público: perspectivas e desafios das políticas de regulação para 2025
Ao longo do ano de 2024, o Congresso Nacional produziu importantes avanços nas pautas da diversificação energética e da redução e controle das emissões de gases de efeito estufa. Foram aprovadas a Lei do “Combustível do Futuro” (Lei N° 14.993/2024), o marco legal do hidrogênio de baixo carbono (Lei N° 14.948/2024) e a lei[...]
Jornal GGN
Um teste para a nova política de preços da Petrobras
O ano de 2024 foi importante para testar a nova política de preços da Petrobras, implementada com o objetivo de assegurar maior estabilidade nos preços internos dos derivados de petróleo. Essa estratégia, ao longo do ano, revelou-se eficaz, mitigando o impacto da volatilidade dos preços internacionais sobre o mercado interno. Embora a política de[...]
Revista Digital Oil & Gas
O gás natural como alternativa para descarbonização do setor petroquímico
A descarbonização de setores industriais é central para o alcance de uma economia de baixo carbono. Contudo, esse processo pode se mostrar excessivamente oneroso, como é o caso do setor petroquímico, tendo em vista a natureza de seus processos produtivos, que demandam grandes quantidades de energia e utilizam matérias-primas derivadas do petróleo e do gás[...]
Foco em rentabilidade ofusca função social da Petrobras
O Plano de Negócios da Petrobras (2025-2029), divulgado no dia 21 de novembro, reafirma o foco da empresa em priorizar investimentos com maior potencial para geração de valor. Nos próximos cinco anos, a estatal deverá investir US$ 111 bilhões, dos quais cerca de 70,0% serão destinados para exploração e produção de petróleo. Dos US$ 77[...]
Le Monde Diplomatique Brasil
Reativar o setor de fertilizantes como estratégia para fortalecer a indústria nacional
A Petrobras, em seu Plano de Negócios 2025-2029 (PN 2025-2029), lançado em 21 de novembro, sinaliza a adoção de duas estratégias com forte sinergia: o retorno ao setor de fertilizantes e a expansão da produção e da disponibilidade de gás natural. Atualmente, a limitada oferta de gás natural constitui um dos principais entraves à competitividade[...]
Le Monde Diplomatique Brasil
Petrobras avança na transição energética, mas ainda com cautela
Poucos dias após o encerramento do G20, no qual a transição energética foi um dos principais temas em pauta, e em meio à COP29 – marcada por impasses sobre financiamento climático e distanciamento dos combustíveis fósseis –, a Petrobras apresentou suas ambições em seu Plano Estratégico (PE) 2050 e Plano de Negócios 2025-2029. Enquanto[...]
Le Monde Diplomatique Brasil
Investimentos em refino não rompem com a dependência de importações de derivados
O Plano de Negócios 2025-2029 (PN 2025-2029) da Petrobras reflete o compromisso de uma empresa pública de capital aberto em alinhar seu planejamento aos interesses da sociedade civil e de seus acionistas. Por ser a maior empresa nacional, recaem sobre ela expectativas quanto ao seu papel no desenvolvimento econômico e na promoção de interesses[...]
Le Monde Diplomatique Brasil
Apesar dos avanços, plano de negócios da Petrobras mantém timidez exploratória
O Plano Negócios 2025-2029 (PN 2025-2029) da Petrobras prevê o investimento de US$ 77 bilhões no segmento de exploração e produção (E&P), o que mantém o setor como o foco da companhia. Avanços importantes são sinalizados para essas atividades, tais como os projetos de revitalização da Bacia de Campos, a previsão de aumentar a[...]